Brasil não receberá as primeiras doses da vacina de Oxford até janeiro, afirma governo
Rio de Janeiro, 2 out (Xinhua) -- O governo brasileiro anunciou nesta sexta-feira que a entrega das primeiras doses da vacina contra o novo coronavírus (COVID-19) desenvolvidas pela Universidade de Oxford foi adiada para janeiro, semanas depois da previsão anterior.
Em entrevista ao canal de televisão CNN Brasil, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que "ficou para iniciar em janeiro a entrega inicial de 30 milhões. Na sequência, 70 milhões de insumos, de farmacológicos, para fabricar no Brasil, pela Fiocruz. Há uma cláusula no contrato permitindo o adiantamento das fases de entrega ainda neste ano, mas vai depender do desenvolvimento".
O governo brasileiro chegou a um acordo com a Universidade de Oxford e a farmacêutica britânica AstraZeneca para a compra de 30 milhões de doses da vacina este ano e outra de mais 70 milhões no ano que vem, se for comprovada sua eficácia. O acordo prevê também a transferência de tecnologia para que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) produza a vacina no Brasil.
O Brasil foi um dos países escolhidos pela Universidade de Oxford para testar a vacina, devido à alta incidência do vírus. Apesar dos bons resultados iniciais, a vacina necessita ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que significa que ainda não há prazo para sua liberação.
"Uma vez aprovada a vacina nos registros internacionais, cabe à Anvisa certificar no Brasil. Quanto à velocidade da certificação, aceleração de fases, eu não tenho essa posição hoje, é uma posição específica da Anvisa. Vamos esperar a Anvisa se posicionar. Assim que tivermos a autorização, tivermos a vacina, começamos a vacinar. É importante deixar claro que todas as vacinas que o SUS adquirir serão para todos os brasileiros", afirmou Pazuello.
A previsão do governo brasileiro é a de fabricar umas 265 milhões de doses assim que a tecnologia da vacina seja transferida para a Fiocruz.
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